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ATIVIDADES / RECURSOS  >  Património

Património na área envolvente do Parque “Boticas - Natureza e Biodiversidade”

Ponte Pedrinha sobre o Rio Beça

Localização: junto à ER 311, sobre o Rio Beça
Coordenadas Geográficas: N: 41.68071 W: -7.71182
Acessos: ER 311
Património Civil: Pontes
Época: Medieval
Classificação: Sim - Imóvel Interesse Público
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Ponte rodoviária
Utilização Atual: Ponte pedonal
Descrição:
A Ponte Pedrinha sobre o Rio Beça, classificada como Imóvel de Interesse Público, é a maior e mais bem conservada ponte medieval da antiga Terra do Barroso. É uma construção em granito constituída por cinco arcos (três de volta perfeita e dois ogivados) que sustentam um tabuleiro com guardas e integrava a antiga estrada que fazia a ligação entre Braga e Chaves. Atualmente é utilizada apenas como ponte pedonal, uma vez que foi construída uma nova ponte, a jusante, por onde passa a ER 311.
A tradição oral preservou a memória de uma antiga lenda, segundo a qual esta ponte teria sido construída pelos “mouros”.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 724.
Bibliografia e documentação de referência
Obras impressas
ALMEIDA, 1968; ALMEIDA (Coord.), 2007; BAPTISTA, 1993; BAPTISTA, 1993; CAPELA e BORRALHEIRO, 2001:
Informação on-line
www.igespar.pt
www.monumentos.pt

  

Moinho da Ponte Pedrinha

Localização: Junto à Ponte Pedrinha
Coordenadas Geográficas: N: 41.68110 W: -7.71187
Acessos: ER 311
Património Civil: Moinhos
Época: Contemporânea
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Moagem de cereais
Utilização Atual: Moagem de cereais
Descrição:
O chamado Moinho da Ponte Pedrinha está implantado junto a uma área de lameiros. É um edifício de planta retangular, em alvenaria de granito com juntas secas e cobertura de duas águas em telha.
Do exterior é visível o rodízio que a água, encaminhada através de uma caleira aberta com cobertura, coloca em movimento, fazendo rodar, no interior do moinho, a mó que mói os cereais
 

 

Moinho do Gaivão

Localização: Vilar, Relva
Coordenadas Geográficas:
Acessos:
Património Civil: Moinhos
Época: Contemporânea
Classificação: Não
Estado de Conservação:
Utilização Inicial: Moagem de cereais
Utilização Atual:
Descrição:
Moinho implantado junto a uma área de lameiros. É um edifício de planta retangular, em alvenaria de granito com juntas secas e cobertura de duas águas em telha.
Do exterior é visível o rodízio, em metal, que a água, encaminhada através de uma caleira aberta (calha), coloca em movimento, fazendo rodar, no interior do moinho, a mó que mói os cereais.


Fonte dos Amores

Localização: Carvalhelhos, junto ao parque termal
Coordenadas Geográficas: N: 41.69668 W: -7.72964
Acessos: Caminho pedestre
Outros Patrimónios: Património Natural
Descrição:
Pequena cascata com um lago ladeada de penedias e árvores, cujo nome é explicado pela Lenda da Fonte dos Amores.
Este singelo tesouro natural está integrado no percurso pedestre da Rota das Levadas.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 254.


Castro de Carvalhelhos ou Castelo dos Mouros

Localização: Carvalhelhos
Coordenadas Geográficas: N: 41.69862 W: -7.73264
Acessos: EM 520-1 até ao centro da aldeia Carvalhelhos, seguindo depois por um estradão asfaltado, até ao castro.
Património Arqueológico Imóvel: Castro
Época: Proto-História
Classificação: Sim - Imóvel Interesse Público
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Militar / Habitacional
Utilização Atual: Monumento
Descrição:
A Noroeste da aldeia de Carvalhelhos, num pequeno outeiro em esporão, na margem direita do rio Beça, sobranceiro às caldas de Carvalhelhos, encontra-se um grandioso povoado fortificado, o Castro de Carvalhelhos ou “Castelo dos Mouros”, como também é designado.
São vários os autores, como Fonte (2008), Fontes e Andrade (2005) e Santos Júnior, entre outros, que fazem especial referência ao imponente sistema defensivo que este povoado possui. Constituído por duas linhas de muralha com rampas interiores de acesso, complementado por dois fossos de grandes dimensões e um campo de pedras fincadas bastante bem preservado, situado a Sudoeste, a defesa do povoado é complementada por um paredão paralelo ao ribeiro e uma vala a anteceder o primeiro fosso do lado Este. O castro, com todo o sistema defensivo, ocupa uma área com cerca de 3ha.
Tem uma porta de entrada do lado Sudoeste que dá acesso às plataformas do interior do recinto, onde se encontram restos de construções de planta circular e retangular postas a descoberto no decorrer das inúmeras escavações realizadas por Santos Júnior e a sua equipa, a partir dos anos 50 do século XX. Segundo Santos Júnior (Júnior et alii, 1983) no recinto cimeiro encontraram 7 casas, 4 circulares e 3 retangulares e, fora de muralha, na encosta do lado nascente 4, 2 circulares, uma delas com vestíbulo, e 2 retangulares.
Os testemunhos materiais recolhidos, pedaços de cerâmica, moedas e fíbulas, contextualizam a ocupação deste povoado na idade do Ferro e durante o período da romanização. Mas, de acordo com Fontes e Andrade (2005), aceitando-se identificação que Almeida Fernandes (1968) faz de Beça com o pagus Beresi do 'Paroquial Suevo', deve colocar-se a hipótese do Castro de Carvalhelhos ter continuado ocupado entre os séculos V e VII.
Este castro foi alvo de múltiplas campanhas de escavações e parcialmente reconstruído na década de 60, do século XX, por Santos Júnior e a sua equipa.
Espólio:
Segundo Santos Júnior (Santos Júnior et alii, 1983: 435) nas sucessivas campanhas de escavação que se realizaram neste castro, foram encontrados: fragmentos de cerâmica; peças em metal, entre as quais se destaca uma fivela de bronze, uma fíbula de bronze ornamentada por fiadas de granulações esferodiais; quatro moedas (de bronze, um ás de Augusto com orifício de suspensão e dois ases de Tibério, de prata, um denário de Augusto e um pequeno disco circular, possivelmente uma moeda); duas contas de vidro, uma oblonga translúcida com irisações douradas e outra azul esferiodal; uma pedra de anel em vidro vulcânico com uma figura feminina gravada.
Observações:
Este povoado fortificado terá sido ocupado ao longo de diferentes épocas (Idade do Ferro / Romana / Suevo-Visigótica) por diferentes povos.
As moedas e a conta de vidro azul, encontradas neste castro, fazem parte da colecção de arqueologia do Museu Rural de Boticas, encontrando-se expostas no núcleo de arqueologia.
Fonte: Revisão do Inventário Arqueológico do Concelho de Boticas, sítio n.º 44.
Bibliografia e documentação de referência
Câmara Municipal de Boticas, 2001; Centeno, 1987; Costa, 1968; Fernandes, 1968; FONTE, 2008; FONTES, 1992; FONTES e ANDRADE, 2005; Harbinson, 1968:385-389; MARTINS, 1984 (a); MARTINS, 1992; PIMENTA, 2009:183-193; Ponte, 1984:111-144; Queiroga, 1992; Redentor, 2000:5-51; Redentor, 2003:135-154; SANTOS Júnior, 1958: 25-62; SANTOS Júnior, 1963:187-193; SANTOS Júnior, 1964:360-365; SANTOS Júnior, 1966:181-190; SANTOS JÚNIOR et alii, 1983:430-435;SANTOS JÚNIOR et alii, 1986:5-96; SILVA, 2007; Silva e Centeno, 2000; TEIXEIRA e RIBEIRO, 2005:115-117.
Informação on-line
http://mineracaoantiga.com
http://www.igespar.pt
http://www.monumentos.pt
 

Moinho

Localização: Carvalhelhos, perto do Castro de Carvalhelhos
Coordenadas Geográficas:
Acessos:
Património Civil: Moinhos
Época: Contemporânea
Classificação: Não
Estado de Conservação:
Utilização Inicial: Moagem de cereais
Utilização Atual:
Descrição:
Moinho implantado junto a uma área de lameiros. É um edifício de planta retangular, em alvenaria de granito com juntas secas e cobertura de duas águas.
Do exterior é visível o rodízio metálico que a água, encaminhada através de uma caleira aberta com cobertura, coloca em movimento, fazendo rodar, no interior do moinho, a mó que mói os cereais
 

Moinho

Localização: Junto à Fábrica das águas de Carvalhelhos
Coordenadas Geográficas: N: 41.69567 W: -7.7291
Acessos: Rua das Caldas / Caminho Rural
Património Civil: Moinhos
Época: Contemporânea
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Moagem de cereais
Utilização Atual: Moagem de cereais
Descrição:
Moinho da Ponte Pedrinha está implantado junto a uma área de lameiros. É um edifício de planta retangular, em alvenaria de granito com juntas secas e cobertura, de duas águas, em telha.
Do exterior é visível o rodízio metálico que a água, encaminhada através de uma caleira aberta com cobertura, coloca em movimento, fazendo rodar, no interior do moinho, a mó que mói os cereais.
 

Capela de Santa Bárbara (Carvalhelhos)

Localização: Carvalhelhos, no Largo da Capela
Coordenadas Geográficas: N: 41.69000 W: -7.72691
Acessos: Rua Central
Património Religioso Imóvel: Capela
Época: Contemporânea
Elementos de Datação: Não
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Culto
Utilização Atual: Culto
Descrição:
Na parte Este da aldeia de Carvalhelhos encontra-se a capela da aldeia, dedicada a Santa Bárbara; construção em granito de planta retangular, orientada Lés-nordeste/Oés-sudoeste, tem uma sacristia anexa à parede do evangelho. Esta capela aparece referida nas memórias paroquiais de 1758, tendo então como Orago São Gonçalo.
Implantado num largo formado pelo entroncamento de duas ruas que lhe servem de adro, este templo sofreu profundas alterações provocadas pelos sucessivos restauros e obras de consolidação.
A fachada principal tem um portal em arco de volta perfeita ladeado por duas janelas, em forma de frestas verticais. No alongamento da empena tem um campanário em granito, de formato semi-circular, encimado por uma cruz.
O interior da capela, despojado dos altares em talha dourada, que outrora existiam, prima pelo minimalismo. A parede da cabeceira, em granito polido, tem apenas uma cruz em madeira, de dimensões generosas, com a escultura de Jesus Cristo crucificado. Nas paredes laterais encontram-se mísulas com imaginária religiosa do devocionário popular, entre as quais Santa Bárbara.
A disposição da imaginária religiosa nesta capela é singular, as figuras masculinas encontram-se dispostas na parede do evangelho, enquanto que as femininas ocupam a parede da epístola.
Mais do que a simples reconstrução do espaço religioso, nas sucessivas obras de restauro levadas a cabo adaptou-se o edifício aos novos tempos e tendências, o que resultou num espaço simples, amplo e funcional.
É nesta capela que se celebram os ofícios religiosos por altura da Festa de Santa Bárbara (Carvalhelhos).
Observações:
Dada a ausência de documentação, e de indícios preservados pela tradição oral, não foi possível perceber em que contexto se deu a mudança de Orago. Todavia, considerando os atributos do orago atual, Santa Bárbara (protetora dos efeitos nefastos da trovoada e protetora dos mineiros) e considerando a existência de minas nas proximidades da aldeia, pode aventar-se a hipótese desta divindade ter assumido o papel de entidade protetora destas comunidades que, em tempos, se dedicaram à mineração, relegando para um segundo plano a devoção a são Gonçalo.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 249.
Bibliografia e documentação de referência
Fontes Documentais
ANTT (Arquivo Nacional da Torre do Tombo)
Dicionário Geográfico do Padre Luís Cardoso, vol. 7, mem. 10 – fl. 777.
Fontes Impressas
Capela e Borralheiro, 2001;Martins, 1992.


Cruzeiro de Carvalhelhos

Localização: Carvalhelhos, Largo do Cruzeiro
Coordenadas Geográficas: N: 41.68985 W: -7.73037
Acessos: Largo do Cruzeiro / Rua Central
Património Religioso Imóvel: Cruzeiro
Época: Contemporânea
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Devocional
Utilização Atual: Devocional
Descrição:
A cruz e o fuste deste cruzeiro são de construção recente. O cruzeiro foi destruído por um embate de um veículo mas foi reconstruído de acordo com a construção original.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 247.
Bibliografia e documentação de referência
Martins, 1992.


Forno do Povo de Carvalhelhos

Localização: Carvalhelhos, no Largo do Cruzeiro
Coordenadas Geográficas: N 41.68974 W -7.73028
Acessos: Largo do Cruzeiro
Património Civil: Forno Comunitário
Época: Contemporânea
Elementos de Datação: Não
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Cozedura do pão
Utilização Atual: Cozedura do pão
Descrição:
O forno comunitário da aldeia de Carvalhelhos, implantado na parte Oeste do aglomerado, é um edifício térreo, de planta retangular, em granito, cobertura, de duas águas, em telha de cerâmica, com um alpendre no alongamento da fachada principal. Tem uma janela lateral que dá luminosidade ao interior.
A fachada principal tem uma porta em metal ladeada por dois bancos em granito.
O interior deste equipamento tem o chão pavimentado com mosaicos de granito, as paredes de granito estão consolidadas com juntas em argamassa e o teto tem uma placa em blocos de cimento e vigas. O tendal, em cimento, encontra-se à direita da porta de entrada, no seguimento da parede lateral; na parede fundeira, em frente à porta da entrada, tem um forno em granito, coberto com barro, por cima do qual se encontra uma chaminé em granito. Ao lado da porta do forno, encontra-se uma pia em granito onde se coloca água para molhar o “matão” (vassoura de giestas), usado para varrer o forno.
No que às infra-estruturas se refere, este equipamento dispõem de eletricidade e água canalizada.
Este equipamento tem, ainda, uma estrutura em tijolo burro, que serve de apoio a uma banca em metal, localizada à entrada, do lado esquerdo.
Este equipamento coletivo ainda é utilizado pela população local para cozer o pão tradicional ou fazer assados em dias de festa.
Outrora a utilização deste equipamento comunitário estava sujeito a regras estabelecidas consuetudinariamente e que toda a comunidade devia respeitar, como a obrigação de quentar o forno e a marcação da vez de cozer.
Este era também um espaço de sociabilidade onde se juntavam as pessoas a passar o serão, e, muitas vezes, servia de albergue para os pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam e “enganavam a fome” com precisos “carolos” de pão acabado de cozer, que solidariamente as pessoas lhes ofereciam.
Observações:
Em 2008 foram realizadas obras de recuperação que modernizaram este equipamento, dotando-o de infra-estruturas (eletricidade, água canalizada, banca da loiça).
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 246. Preservação dos Hábitos Comunitários nas Aldeias do Concelho de Boticas”.
Bibliografia e documentação de referência
Câmara Municipal de Boticas, 2006 (d).


Alminhas de Nossa Senhora da Conceição

Localização: Carvalhelhos, na Rua Central junto ao cruzeiro
Coordenadas Geográficas: N: 41.68988 W: -7.73017
Acessos: Rua Central
Património Religioso Imóvel: Alminhas
Época: Moderna
Elementos de Datação: 1823
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Devocional
Utilização Atual: Devocional
Descrição:
Perto do Cruzeiro de Carvalhelhos encontram-se duas alminhas protegidas por um alpendre em granito com cobertura em telha de cerâmica, de quatro águas. A parte frontal tem um pequeno muro, um gradeamento em ferro e a porta de acesso.
As alminhas, colocadas sobre bases de granito, estão separadas por uma base, com inscrições e a data de 1823 gravada na face frontal, onde se encontra encaixada uma cruz em madeira com a figura de Jesus Cristo crucificado, pintada.
No oratório de uma das alminhas tem um nicho com uma escultura de Nossa Senhora da Conceição, protegida por um vidro, e nas outras alminhas tem um painel pintado: na parte superior Nossa Senhora do Carmo com o menino ao colo e na parte inferior encontram-se representadas as Alminhas ardendo no fogo do Purgatório, intercedendo à Virgem por salvação, dos lados, dois anjos alados ajudam almas a sair das chamas. Este painel tem na parte inferior uma inscrição que diz:
Ó VÓS QUE PASSAIS
LEMBRAI-VOS DE NÓS
QUE NO FOGO DO PURGATÓRIO
SOFREMOS TORMENTO ATROZ
Este espaço devocional é tratado com singelo desvelo, que se reflecte nos arranjos florais que o decoram, e grande devoção como o testemunham as velas que a população aí coloca, em intercessão pelas almas dos que já partiram.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 248.
Bibliografia e documentação de referência
Martins, 1992.


Santuário do Senhor dos Milagres

Localização: Vilar, junto à ER 311
Coordenadas Geográficas: N: 41.67763 W: -7.72560
Acessos: ER 311
Património Religioso Imóvel: Santuário
Época: Moderna
Elementos de datação: Não
Classificação: Não
Estado de Conservação: Bom
Utilização Inicial: Culto
Utilização Atual: Culto
Descrição:
Observações:
Capela dedicada ao Senhor dos Milagres, simbolizado na figura de Jesus Cristo Crucificado, está implantada num espaço amplo, em terra batida, fora do aglomerado da aldeia, junto à ER 311.
Esta capela tem planta rectangular, orientada Nordeste / Sudoeste, com volumes diferenciados onde se destaca a capela-mor, com sacristia adossada, e a nave da capela, mais alta e mais larga.
A fachada principal tem um portal em arco de volta perfeita, encimado por um óculo. No remate da empena tem uma cruz sobre acrotério e os cunhais são encimados por pináculos triangulares.
O interior, com reboco, está pintado, ostentando um lambril em azulejos na parte do corpo da capela.
O altar-mor, em madeira pintada com detalhes em talha dourada, tem três nichos com imaginária.
Na sacristia desta capela, embutidas na parede, encontram-se umas belíssimas alminhas em granito, com pinturas.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 419.
Informação on-line:
http://www.monumentos.pt


Alminhas do Senhor dos Milagres

Localização: Vilar, Santuário do Sr. Dos Milagres, na sacristia
Coordenadas Geográficas: N: 41.67760 W: -7.72561
Acessos: ER 311
Património Religioso Imóvel: Alminhas
Época: Moderna
Classificação: Não
Estado de Conservação: Razoável
Utilização Inicial: Devocional
Utilização Atual: Devocional
Descrição:
Alminhas em pedra de granito, encaixadas na parede da sacristia da capela do Senhor dos Milagres, em Vilar.
Tem dois nichos, um no oratório e outro na base. No nicho do oratório tem uma cruz em madeira, com o vulto de Jesus Cristo Crucificado pintado; no nicho da base, tem frescos representando as alminhas do purgatório a arder nas chamas e na parte superior S. Miguel, ladeado de anjos que o ajudam a salvar as almas.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 419.


Cruzeiro do Senhor dos Milagres

Localização: Vilar, perto da Capela do Senhor dos Milagres
Coordenadas Geográficas: N: 41.67573 W: -7.72743
Acessos: ER 311
Património Religioso Imóvel: Cruzeiro
Época: Contemporânea
Elementos de datação: 1870
Classificação: Não
Estado de Conservação:
Utilização Inicial: Devocional
Utilização Atual: Devocional
Descrição:
Cruzeiro em granito assente numa plataforma de granito, com dois degraus.
Base cubóide, fuste encimado por capitel rematado com uma cruz.
Fonte: “Boticas: Património com História”, ficha de inventário n.º 418.
Bibliografia e documentação de referência
PARENTE, 2004:67.