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MAPA

Percurso Geral

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Neste percurso, o visitante percorre uma série de trilhos e caminhos, começando por observar a riqueza florística num percurso botânico que abrange diversas coleções que retratam a história evolutiva florística deste complexo, desde o do Silúrico (período de aparecimento das primeiras plantas terrestres) até à atualidade. No seguimento deste percurso, pode-se observar um tanque com uma importante comunidade de anfíbios, cujos antepassados tiveram um papel preponderante na evolução da fauna atual, constituindo um importante marco evolutivo. Seguindo o percurso o visitante encontra o centro interpretativo, aqui o visitante pode obter informação e observar uma coleção de materiais sobre a diversidade faunística, florística e de fungos existente no Parque e na região. Deparar-se-á também com o forno a lenha é um marco da história da região, sendo um local de visitação e realização de atividades lúdico-pedagógicas. O laboratório ambiental é um espaço equipado com material laboratorial que permite o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, com a particularidade de conhecer o berçário para borboletas.
Seguindo o percurso, o visitante poderá fazer um pequeno desvio e observar uma zona dedicada à compostagem de resíduos orgânicos provenientes da limpeza e manutenção do parque. Esta matéria orgânica, após transformada em húmus, é utilizada em diversas atividades agrícolas.

Retomando o percurso inicial, encontra-se o borboletário que, em função da estação do ano, permite a observação de alguns espécimes de borboletas autóctones. Ao longo deste percurso é notória a presença de prados que proporcionam pasto para alguns animais e campos agrícolas. Destaca-se, ainda, na paisagem a imponente levada de água, que atravessa o mosaico agrícola, iniciando no tanque dos anfíbios e terminando no Rio Beça.
A poucos metros encontram-se estruturas de apoio ao mosaico agrícola, nomeadamente uma estufa, que assegura as condições ideais para a germinação e enraizamento de espécies florísticas, para posterior plantação. Ao lado, encontra-se um edifício que alberga instalações sanitárias e arrumos de apoio à produção agrícola. Num patamar inferior, situa-se o estábulo, que alberga animais de quinta, alguns dos quais típicos da região do Barroso, como a vaca Barrosã e o cavalo Garrano. Este é um local de contemplação, onde é possível observar toda a área envolvente, os pastos, os campos agrícolas, a levada, o pinhal e a floresta que carateriza o parque. Continuando o percurso, o visitante poderá apreciar a dinâmica de um pinhal ou ouvir os sons das aves, confortavelmente sentado nos bancos existentes. Este local permite não só o descanso, envolto pelos sons da natureza, como também a observação de aves e seus comportamentos. Encontram-se colocadas em algumas árvores caixas ninho, cujo interior poderá ser observado pelo visitante através das câmaras de vídeo aí instaladas. Trata-se da última etapa do percurso, no fim da qual o visitante se encontrará junto à saída do parque.